Mostrando postagens com marcador Atlético-MG. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Atlético-MG. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Futebol e cinema são duas coisas que casam muito bem. "Soberano", filme sobre os seis títulos brasileiros do São Paulo, é minha segunda experiência com futebol no cinema, o que é melhor ainda ("Boleiros", de Ugo Giorgetti, por exemplo, é ótimo, mas eu não vi em tela grande). Bem que podiam transmitir jogos ao vivo nos cinemas, como já fazem com shows de Rock. Eu iria fácil.

Na minha sessão, havia cerca de duas pessoas para cada título do São Paulo, ou seja, umas doze. Entre eles, um pai doutrinando o filho, explicando coisas como "esse é o Telê, ele já morreu..."

O melhor do documentário é a vibe Canal 100, com as imagens e os aúdios - locuções de rádio de Fiori Gigliotti, Osmar Santos e outros monstros - de arquivo dos primeiros triunfos tricolores, em 1978 e 1986.

Depois fica mais chato, e a culpa nem é dos diretores/roteiristas, coitados, mas sim do regulamento, que criou os pontos corridos e decepou 96% da emoção dos campeonatos brasileiros. Linear, o clímax de Soberano é no início, com as sensacionais decisões por pênaltis contra Atlético Mineiro e Guarani. O resto é encheção de linguiça e jogo de Ceni. Mas mesmo assim vale a pena.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Juros e correção monetária

O Grêmio devolveu a derrota que teve para o Galo Mineiro no primeiro turno.

Assim, as coisas começam a voltar ao normal: o Atlético saiu definitivamente do G4 e logo, logo vai se instalar a crise que inevitavelmente derrubará Roth.

Aposto um doce que na próxima rodada, contra o debilitado Botafogo, o Tricolor Gaúcho ganha a primeira fora de casa.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A vingança de Roth

Quando Roth saiu do Grêmio, em 05 de abril, depois do Gre-Nal 376, vários técnicos foram sondados pela diretoria Tricolor.

Na busca de um novo técnico, pelo menos três nomes chegaram à imprensa: Geninho, na época com o Atlético-PR; Ney Franco, do Glorioso; e Nelsinho Baptista, na época no Sport. Todos recusaram o convite.

Com razão. Ney disputava as finais do carioca e tinha mesmo grandes chances de ser campeão. Não foi. Geninho ia bem no estadual, no qual sagrou-se campeão. E disputava a Copa do Brasil. Nelsinho já estava na Libertadores com o Sport. E foi o incontestável campeão pernambucano de 2009.

Porém...

Geninho pediu demissão após ser goleado pelo Atl-MG por 4X0, em plena Arena da baixada. Percebam: pelo Atlético-MG, o time dirigido por Roth, o mesmo técnico que dias atrás ele poderia substituir.

O Sport, ainda de Nelsinho, perdeu para o Atlético-MG, de Roth, em plena Ilha do Retiro. Fato inédito! E bastou para que Nelsinho jogasse a toalha. É o segundo técnico que Roth derruba neste Brasileirão. E, coincidentemente, Nelsinho também havia sido sondado para ocupar o lugar de Roth no Grêmio.

O próprio Grêmio perdeu para o Atlético-MG, mas o jogo foi em Belo Horizonte. E o técnico ainda era o interino Rospide (antes da efetivação de Autuori, que estreou em 24 de maio, com 2X0 sobre o Botafogo). Mas foi a primeira derrota de Rospide dirigindo o Grêmio, desde a saída de Roth.

Só falta Ney Franco. O jogo contra o Atl-MG está marcado para o dia 04 de julho, pela 9ª rodada, em Belo Horizonte. Ney Franco, que a terra lhe seja leve.

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Roth lidera

Mais uma vez o time de Roth lidera o campeonato. Convenhamos, o Atlético-MG não é um time qualificado. Tem até alguns jogadores medianos, mas nada mais que isso. Então como Celso Roth consegue essa proeza?

O segredo de Roth é não jogar se defendendo fora de casa. Ir para cima do adversário. E, como fora de casa quem tem que propor jogo é o adversário, a tarefa fica até mais fácil, já que o Galo só precisa contra-atacar.

Claro, a maioria dos times candidatos ao título ainda disputam torneios paralelos, mas que é uma proeza descomunal liderar o Brasileirão com um time como o do Galo, é.